"... rock acendrado de guitarras roncantes, rolamentos de percussão e baixo calçudo."
#TárikdeSouza

"...álbum que reflete sobre a solidão em tempos de hiperconetividade." #AlexandreLucchese #ZeroHora

"... a verve roqueira de Bebeto Alves e de seus comparsas do som pesado chama a atenção para um cenário, mas não propõe a destruição total, mostram um caminho, uma reação." #CarolinedaSilva #JornaldoComércio

"... milongas com guitarras distorcidas e canções folk com pegada pop." #RogerLerina

"... procurando nos despertar do berço esplêndido, nos retirar da pasmaceira, reativar nossa capacidade de pensar, fazer nascer a empatia."
#PauloGaiger #DiárioPopular

"... é um disco moderno, urgente, poético e cru ao mesmo tempo."
#LuizGonzagaLopes #CorreiodoPovo

"... faz uma crítica das nossas relações digitais na internet." #DiárioGaúcho

"... uma porrada atrás da outra, o que de melhor o rock pode extrair combinado com a ousadia e a coragem poética e sonora de Bebeto e dos Blackbagual." #IcaroBittencourt #MúsicaEsparsa

"... nada melhor do que ouvir um CD conciso como este, no qual nenhuma nota está fora do lugar, e nenhuma música está ali para tapar buracos ou encher linguiça. É som pra cabeça, como diriam os antigos, petardo atrás de petardo, e quando você vê, já iniciou novamente a audição." #FabianChacur #MondoPop

 

 

Canção Contaminada é um disco que nasce da urgência do momento, da urgência da palavra poética, da violência praticada contra todos nós todo o santo dia - da injeção de uma realidade que nos infecta com uma ideia de impotência, de indiferença e de imobilidade.

A vida, o mundo, como se fosse natural, se abrem para uma nova perspectiva - uma forma digital que nos entende assim em um futuro: transforma nossas relações e nos prevê incorpóreos, inhumanos, aqui e agora e daqui mil anos, em uma origem que nos levou a pensar em liberdade, em participação e coletividade, mas, que na verdade, tem se configurado como uma prisão - um mundo, uma vida controlados por mais uma faceta do poder que nos encarcera na ilusão de que somos capazes através de uma ferramenta tecnológica, de mudar tudo em nossa volta. Sim, tudo está mudando em nossa volta e estamos sendo levados a mudar , não para um mundo melhor onde fazemos parte de uma vontade coletiva de mudança e transformação, mas sim de sua grande ilusão, a serviço de tudo que mais abominamos.

Oh Blackbagual – Canção Contaminada, são canções que se descobrem indignadas em um primeiro plano e que querem traduzir toda a série de bits e sequências de um pressuposto de liberdade. Parcerias com Walter Bordoni, cantautor montevideano, com André Bolivar, poeta visceral descoberto nas malhas da rede e de Humberto Gessinger, parceiro de Milonga Orientao, em uma nova composição chamada Outro Nada, fazem parte de uma incubadora de esperança.

E, de novo a idéia do alter ego Blackbagual - um alter ego coletivo que nos mistura, nos aproxima - eu, Marcelo Corsetti, Rodrigo Reinheimer e Luke Faro – músicos, parceiros, produtores, amigos, cumplices e auto-replicantes – o bando blackbagual.

Desde 2004.

Oh Blackbagual – Canção Contaminada
Bebeto Alves

DÁ VOLUME !